Associação Biodinâmica

Criar Cultivar com Constelações planetárias?

Circunstâncias exteriores a quais gerações maternas foram expostas podem influenciar as qualidades de gerações futuras? Na época em que HARTMUTH SPIESS (1994) publicou seus resultados que a época de semeadura de cereais tem influencia também no re-cultivo o que foi amplamente confirmado, ainda havia poucas publicações sobre este tema. Mas nos últimos anos inúmeras pesquisas foram executadas em conexão com questionamentos ecológicos, as quais confirmaram um potencial evolutivo de efeitos maternais que passam de geração para geração em plantas e animais (AGRAWAL 99 2002) (GALLOWAY 2005). Efeitos maternais diferenciam-se da transmissão hereditária “normal” pelo fato que plantas mães transmitem sua adaptação ao ambiente para a geração seguinte mesmo sem mudanças na constituição genética.

Tais resultados só podem ter significação para o melhoramento dos cultivares, se planta e ambiente são considerados como um todo. A pesquisa do melhoramento de cultivares para a agricultura biodinâmica parte desta base. No centro do esforço cognitivo está o relacionamento entre planta e o ambiente. O alvo do trabalho do melhoramento é colaborar ativamente nesta configuração (KUNZ e KARUTZ 1991)

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Influência dos Ritmos Lunares sobre o Rendimento de Cenoura

Hoje em dia a maior parte das pessoas vive nas cidades, e poucas ainda conhecem alguma constelação no céu. A história das grandes civilizações do passado (egípcios, babilônios, gregos, incas, astecas, etc.) mostra a importância dos ritmos astronômicos, não apenas na agricultura, mas em todas as atividades cotidianas. Os tupis-guaranis conhecem e utilizam as fases da lua na caça, no plantio e no corte de madeira (AFONSO, 2006). Este conhecimento está desaparecendo, mas ainda se constatam resquícios da sabedoria camponesa no uso das fases da Lua na agricultura, silvicultura e manejo animal (RESTREPO-RIVERA, 2005).

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Avaliação da Qualidade e Conservação Pós Colheita de Cenoura

1. INTRODUÇÃO

A história das grandes civilizações do passado mostra a importância dos ritmos astronômicos nas atividades agrícolas. Os tupis-guaranis conhecem e utilizam as fases da lua na caça, no plantio e no corte de madeira (AFONSO, 2006). Este conhecimento está desaparecendo, mas ainda se constatam resquícios da sabedoria camponesa no uso das fases da Lua na agricultura, silvicultura e manejo animal (RESTREP O-RIVERA, 2005).

A agricultura biodinâmica, segundo STEINER (2001), valoriza esse conhecimento popular e o amplia, incorporando os outros ritmos da lua e o movimento dos planetas relacionados com as atividades agrícolas em geral. No movimento biodinâmico internacional, o calendário astronômico-agrícola mais conhecido, atualmente, é o de THUN (2006), o qual é traduzido para várias línguas. Ela tem pesquisado essas interações de maneira sistemática e prática há quase 50 anos.

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Plantas e Planetas

O início do movimento antroposófico contou com a colaboração de dois eminentes botânicos.Trata-se de Gerbert Grohmann e Dr. Alfred Usteri, Grohmann desenvolveu de maneira abrangente a Doutrina da Metamorfose da Planta de Goethe e ficou bastante conhecido em nosso meio. Seu trabalho tornou-se fundamento do ensino da botânica nas escolas Waldorf e está sendo desenvolvido e lavado adiante.

Usteri ocupou-se com o espelhamento existente entre as plantas e os planetas e desenvolveu sob este ponto de vista uma classificação botânica do mundo vegetal. Lamentavelmente, apesar dos seus inúmeros escritos publicados com belíssimos desenhos muito peculiares, em livros, editados pela editora Rudolf Gering de Basileia e artigos nos diferentes jornais orientados antroposoficamente está prestes a cair em esquecimento. Isto se explica em parte, por que para apreciar seu trabalho, pressupõe-se não só um bom conhecimento do reino das plantas, mas também um amor verdadeiro para as diferentes espécies vegetais. Como estes requisitos correspondem aos nossos “biodinâmicos” aqui no Brasil, parece ser válida uma tentativa de transmitir para o nosso meio os paradigmas deste cientista.

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As Posições das Folhas no Reino Vegetal

Goethe, no seu ensaio aforístico “Sobre a Tendência de Espirais dos Vegetais“ chama à atenção para uma regularidade que atravessa todo o reino vegetal, mas que até então, fora mencionado só incidentalmente pelos botânicos da sua época. Goethe descreve o sistema vertical e o sistema de espirais: ”como duas tendências principais ou, se quiser, como os dois sistemas vitais, pelos quais a vida vegetal pelo crescimento se arremata”. A configuração desta Idéia foi baseada em um impulso que partiu do botânico de Munique, Karl von Martius. Desde 1823 Goethe estava em correspondência com Martius, tratando principalmente de questões botânicas .

Em 1827 Martius ministrou uma palestra sobre a “Arquitetura das Flores” que chamou muita atenção dos pesquisadores. Martius mostrou na ocasião, como na: “Construção” da disposição das pétalas, anteras e carpelos muitas flores seguem uma tendência nítida de linhas espiraladas ou helicoidais. Os exemplos mais conhecidos encontram-se nas flores das ninféas e magnólias. Martius viu nisso uma indicação geral de que o posicionamento dos órgãos florais deve coincidir com as mesmas leis da ordenação de espirais das folhas, dos caules e ramos. E assim ele...

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